Câncer de bexiga


O câncer da bexiga é a segunda neoplasia urológica mais comum em homens no Brasil, sendo a 4º tipo de tumor mais comum entre os homens e o 9º entre as mulheres. Dentre os fatores de risco estão o tabagismo, fatores ocupacionais e o envelhecimento. Fumantes têm 2 a 4 vezes mais risco de apresentar câncer de bexiga do que não fumantes, e essa relação está associada a intensidade do tabagismo. Exposição ocupacional representa entre 15 a 35% dos casos em homens e 1 a 6% nas mulheres. Trabalhadores em indústria de tinta, borracha e petróleo estão entre o grupo de risco. Trauma físico induzido por infecção, instrumentação e cálculo na bexiga aumenta o risco de malignidade.

A presença de sangue na urina é o sintoma mais frequente encontrado em pacientes com câncer de bexiga e está presente em 80% dos casos. Outras manifestações mais comuns são irritabilidade vesical, dor e desconforto ao urinar, frequência e urgência miccional. Em casos mais avançados da doença podem surgir sintomas como emagrecimento e anemia.

O diagnóstico é comumente realizado através de exames de imagens (ultrassonografia e ressonância magnética), citoscopia (exame endoscópico da bexiga), biópsia da bexiga, exame de urina e citologia urinária.

O tratamento do câncer de bexiga inclui a remoção cirúrgica (cistectomia) total ou parcial da bexiga e o uso de imunoterapia, radioterapia e quimioterapia. A escolha do tratamento do câncer de bexiga dependerá do estágio da doença, da gravidade dos sintomas e da saúde geral do paciente.

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